A Mágica Papa de Arroz – por Sonia Hirsch

b2308Ela pode ser grossa ou rala, cremosa ou cheia de caldo: não importa, desde que seja de arroz cozido durante quatro a seis horas em fogo muito baixo e panela grossa tampada. Uma parte de arroz, seis partes de água – ou mais – e pronto: eis aí um dos alimentos mais medicinais de que se tem notícia.

Facílima de digerir e de assimilar, fortalece a energia geral (o Chi) e o sangue, harmoniza o meridiano triploaquecedor e ajuda a eliminação de toxinas através da urina. Aí sua única contra-indicação: para pessoas que estejam urinando demais, ou seja, mais de três ou quatro vezes por dia e uma vez à noite, a papa de arroz piora tudo por ser diurética. Fora isso, suas possibilidades medicinais são infinitas devido às combinações que permite. Continuar lendo

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Obesidade e Acúmulo

buda Porque comemos obsessivamente? Como a Medicina Chinesa entende as alterações do apetite e da nossa forma? Dicas sobre alimentação, chás, fitoterapia chinesa e acupuntura. Encontro no Consultório, palestra e bate-papo.

Quarta-feira 04/03/15 das 19:30 as 21:30

vagas limitadas

inscrições: ninesh@uol.com.br

confirme sua participação no evento no Facebook https://www.facebook.com/events/377089515809288

Cuidar para Viver Bem

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Há mais de 5.000 anos, na China Antiga, o papel do médico era o de cuidar da saúde e do bem-estar das pessoas que moravam na sua pequena aldeia. Recebia o seu pagamento para realizar a manutenção da saúde daquelas pessoas e portanto era procurado não só em caso de doença, mas para realizar uma verdadeira prevenção.
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A Medicina Tradicional Chinesa, seguindo a abordagem taoista do Yin e do Yang onde os opostos se incluem mutuamente, não vê a doença e a saúde como entidades separadas.  O adoecimento é entendido como um processo de desequilíbrio da energia vital.
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Assim as orientações sobre alimentação, hábitos diários, higiene, sono, sexualidade, exercícios, meditação junto com a prática constante da acupuntura, moxabustão e fitoterapia como métodos equilibradores, serviam para manter a energia vital sempre limpa e circulante.
O médico e o paciente formavam um todo onde cada um exercia com responsabilidade sua função para manter dentro do possível um equilíbrio e uma harmonia dos aspectos físicos, mentais e espirituais.
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Conta a lenda que quando uma pessoa ficava doente era acessa uma lanterna vermelha na porta da sua casa, sinalizando que o equilíbrio tinha sido quebrado e a doença tinha chegado. Hora talvez de compreender e aceitar as limitações e fragilidades do corpo humano.
– Ninesh –